Em seu 5º ano, programa ‘Tá no Ar’ continua “zuando” os religiosos

Exibido na Rede Globo, o “Tá No Ar” estreia citando a bancada religiosa e mostrando selinho entre homens.


Publicado em: 21/01/18 às 16:56 por Micael Batista | Atualizado em 21/01/2018 às 16:56


Conhecido por polêmicas e “zuação” com todo tipo de classe, a estreia da 5ª temporada do “Tá no Ar: a TV na TV” não foi diferente das anteriores.

Exibida na TV Globo, o programa Tá no Ar continua com suas piadas ácidas, sem poupar nem mesmo o elenco da emissora.

Logo no primeiro episódio do programa Tá no Ar, um dos esquetes, tem a voz de Cid Moreira, que é uma imitação de Marcelo Adnet, apresentando um shampoo que ao ser aberto pronuncia versículos do livro de Salmos, da Bíblia.

Outro momento onde o programa tira “sarro” é quando o elenco faz uma paródia da série americana “The Walking Dead”.

Reunidos numa cidade “abandonada”, os personagens tentam se proteger de zumbis com “ideias retrógradas”, que são chamados de misóginos e de bancada religiosa.

O esquete ganhou o nome de “Walking Back”.

Segundo Marcius Melhem, que além de integrar o elenco, é o redator do programa, afirma que falar de religião com o tom humorístico, chama a atenção.

“Um dos pilares do programa é que a gente sempre está muito atento à questões da intolerância. Religiosa, comportamental, sexual, todo tipo. A gente procura traduzir isso para o humor, para chamar a atenção, ‘olha que loucura isso aqui’. Temos um olhar humanista sobre direitos, liberdade, até onde podem se manter na nossa vida”.

O episódio de estreia termina ainda com um clipe que defende a bissexualidade.

O musical fala que é normal ser bi nos dias de hoje, e numera várias personalidade que eram bi.

O clipe termina com um selinho entre Marcelo Adnet e Eduardo Sterblicht, que integra o elenco nessa nova temporada.

Não é a primeira vez que o programa brinca com questões religiosas. Eles já fizeram sátiras com a animação “Galinha Pintadinha”, parodiando como “A Galinha Convertidinha”.

O filme “O Quarteto Fantástico” foi usado como base para eles “zuarem” com os evangélicos, e criaram o “Quarteto Fanático”.




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