Após protestos, Evo Morales revoga decisão de criminalizar evangelismo

O Presidente Evo Morales formalizará o documento e o enviará à Assembléia Legislativa para revogar de uma vez por todas e por completo o Código de Sistema Penal

Publicado em por Micael Batista

Após protestos, Evo Morales revoga decisão de criminalizar evangelismo


Vários sites noticiaram na semana passada, a decisão do governo boliviano de tentar tornar crime a prática do evangelismo no país.

Após uma onda de protestos organizados pelas comunidades evangélicas do pais, o presidente Evo Morales fez um comunicado oficial informando a suspensão da implantação do Novo Código Penal.

Foi um mês de uma intensa agenda de orações ao redor do mundo, acompanhada de protestos do próprios cristãos bolivianos, marchas em que houve até confrontos com os policiais.

Mas os esforços valeram a pena, e domingo, o Presidente Morales concedeu uma entrevista  a um canal boliviano  e declarou que: “Para evitar que a direita use o Código para desestabilizar o Estado, decidimos revogar todo o Código Penal”.

O Presidente Evo Morales formalizará o documento e o enviará à Assembléia Legislativa para revogar de uma vez por todas e por completo o Código de Sistema Penal, para impedir que continuem e estendam os protestos.

O presidente ressaltou que atendeu “a preocupação das organizações sociais” e por isso, tomou a decisão, “para evitar a confusão e o medo baseado em mentiras nas redes sociais”.

E a notícia veio em boa hora para o governo de Morales que completa 12 anos de mandato e definiu que seu intento é “elaborar outra norma, com o consenso dos setores sociais”.

Não somente a comunidade evangélica, mas nos últimos dias, o governo de Evo Morales vinha sofrendo uma onda de ataques e denúncias de que o governo estaria limitando a liberdade individual, com  a imposição da censura aos meios de comunicação e estava perseguindo as atividades comuns à igreja, como a habitual evangelização.

Não somente a comunidade evangélica, mas nos últimos dias o governo de Evo vinha sofrendo uma onda de ataques e denúncias de que o governo estaria limitando a liberdade individual, com a imposição da censura aos meios de comunicação e estava perseguindo as atividades comuns à igreja, como a habitual evangelização.

O país que tem cerca de 90% de sua população declarada cristã, ao saberem do Novo Código, lideranças católicas e protestantes se reuniram para fazer pressão junto ao povo contra o governo sobre a decisão do governo.

Muitas campanhas de oração e jejuns foram levantadas na nação e os cristãos colombianos vêem suas orações atendidas.





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