“Gente incômoda”; reportagem sobre evangélicos rende processo a Veja

O jornalista em questão menosprezou o público evangélico, chamando-os de ignorantes,considerando-os de menor intelecto


Publicado em: 09/12/17 às 10:34 por Micael Batista | Atualizado em 09/12/2017 às 10:34


Em resposta a Revista veja sobre o artigo polêmico que chamava os evangélicos de “gente incômoda”, um advogado cristão resolveu acionar a revista judicialmente para que a matéria seja removida do site da revista e ainda lhe pague uma indenização por danos morais.
O nome dele é Marcos Vinícios P. de Carvalho, advogado que iniciou o processo contra a veja e apesar de tanta polêmica foi o primeiro a fazer algo de concreto contra tal ofensa.
A ação foi instaurada na Comarca de Taió, em Santa Catarina, contra o jornalista que foi o autor do artigo J.R. Guzzo e a Revista Veja, e já tem audiência conciliadora prevista para o início de 2018(no mês de março), segundo noticiou um site de noticias gospel.
O jornalista em questão menosprezou o público evangélico, chamando-os de ignorantes, considerando-os de menor intelecto se comparados a “elite cultural” dominante em nosso país.
Guzzo em seu texto ofende a parcela evangélica não pequena em nosso país, de forma preconceituosa e sua fala tem até um tom racista.

“Esse povo, em grade parte do tipo moreno, ou brasileiro, vem sendo visto com horror crescente pela gente de bem do Brasil”, afirmou o jornalista.
O tom pejorativo que estereotipa os cristãos em seu artigo prosseguiu por toda a publicação. “gente de bem”, segundo o jornalista “são os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos,intelectuais,modernos,politizados,sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro”afirmou o Guzzo.

E esta definição de J.R seria o oposto da massa evangélica, a quem ele definiu como “retrógrados, reacionários, repressores, fascistas e inimigos da democracia. Já foram condenados como machistas, homofóbicos e fanáticos”.
O artigos criaram uma enxurrada de outras publicações e protestos nas redes sociais de artistas e personalidades do mundo gospel e chegou até a Câmara dos Deputados, onde o assunto chegou a ser mencionado por integrantes da bancada evangélica, pedindo o devido posicionamento dos deputados quanto ao artigo publicado.




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